01 setembro 2014

A magia das canções


A música é a descoberta mais bela do homem. Nietzsche estava coberto de razão quando proferiu a frase: “Sem a música, a vida seria um erro.” É impressionante como existem canções universais que herdamos.  Aquelas que não nos são estranhas ao ouvido. Nascemos com elas. São inúmeras.

Podemos nunca tê-las escutado, mas conhecemo-las. Basta ouvir os primeiros acordes que se tornam intimas. É uma sensação inexplicável. Possuem um alcance tão popular que chegam a fazer parte da nossa evolução.

Não se trata de produtos descartáveis, como o sertanejo atual, funk ou quaisquer outras modas volúveis. Mas sim, as que percebemos que são experiências divinas e verdadeiras; como a música clássica, as baladas românticas internacionais, os tangos, os boleros e por aí vai. São tantas que se tornaria prolixo nomear aqui as que me despertam tal efeito. Faltaria espaço.

Algumas dos Beatles servem como exemplo. Assim como muitas do Roberto Carlos, para todos nós brasileiros. Pode ser as que eternizam relações. Afinal, todo casal possui uma música oficial.

E é espantoso como são inesquecíveis e atemporais. Por ter esse poder que essa arte é imbatível. Privilegiado é o artista que consegue a proeza de compor uma.

Dica: todas as sextas às 21h30min, na rádio Cruzeiro do Sul, muitas destas tocam no programa Cia da Noite. Sintonize e entenda o que quis dizer.

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